Hey, long time no speak! I know we said we were back before, but this blogging lark is kinda tough now that me and Mark have gotten real jobs. So if this pops up in your RSS feed, and you think “ah I remember those guys, they were kinda alright” then thanks, we love you too.
But there’s a reason for this post – Best Foot Forward is coming back for a little shindig, and it’s only a week away. We’ve moved from Manchester, and from Saturday, but will be making a London debut on Thursday 5th August, with the always-excellent Danny Webb joining me on the decks.
If we’re new to you, then take a gander around the site for the sort of stuff to expect – we’ve never tied ourselves to a genre, and just tend to play the sort of shit that makes people dance – be it disco, fifties rock, old pop, hip hop, doo wop, or other things that rhyme with “op”.
So come along. It’s free, and it’ll be a good old-style hoedown.
Thursday 5th August
10PM-2AM
The Drop (underneath the Three Crowns)
175 Stoke Newington High St
(so write that down, or just check out this map)
Chegados ao terceiro e último dia do Marés Vivas ‘10 previa-se uma noite em cheio com o cartaz mais consistente e coerente dos três dias de festival. E assim foi, com a inestimável ajuda do público (português mas não só) que encheu por completo o recinto do evento, esgotando a sua lotação. Foram também muitas as celebridades e personalidades da política, do desporto e da televisão que marcaram presença na área V.I.P. do evento. Aqui ficam os destaques:
dEUS (dia 17 de Julho às 21h45m):
Os belgas dEUS regressaram a Portugal sem novidades a nível discográfico (o último álbum “Vantage Point” foi lançado há já dois anos) e, talvez por isso, apresentaram-se em modo best of, percorrendo o passado da sua carreira. O quinteto belga já não é o mesmo dos tempos de “Worst Case Scenario” ou “In a Bar Under the Sea” mas continuam a ser uma visita frequente aos palcos nacionais e, talvez por isso, continuem a usufruir de um estatuto de banda de culto em Portugal, com Tom Barman, o seu incontornável líder, a desempenhar na perfeição o papel de frontman.
Percorrendo todos os seus álbuns, os dEUS presentearam-nos com um espectáculo sólido e extremamente profissional, muito característico de uma banda habituada a estas andanças e com muitos anos de estrada mas que, por outro lado, pecou por ser previsível, de curta duração e com pouco nervo. Grandes canções do seu repertório como “Instant Street”, “Fell Off The Floor, Man”, “Theme From Turnpike” (com o magnífico sample de Charles Mingus), “The Architect”, “Little Arithmetics” ou a excelente “Suds And Soda”, para encerrar o concerto, foram muito bem recebidas pela assistência e transportaram-nos numa viagem pela carreira desta bem sucedida banda que sempre virou as costas ao mainstream e que por isso manteve sempre uma identidade inatacável.
No final não houve direito a encore mas ficou a promessa de um regresso em 2011 para apresentarem o seu próximo álbum de originais que já está na calha para ser lançado em Fevereiro do próximo ano.
Alinhamento:
Editors (dia 17 de Julho às 23h00):
Havia grandes expectativas em relação ao concerto dos Editors no Marés Vivas e os seus fãs, presentes em grande número, aguardavam com ansiedade a entrada em palco da banda de Tom Smith e companhia, percursores da escola pós-punk (assim como os Interpol e os These New Puritains, por exemplo) e descendentes directos dos Joy Division.
Começaram com duas novidades, “In This Light And On This Evening” e “An End Has a Start”, recebidas com alguma indiferença para de seguida conquistarem o público com outras duas canções, estas mais conhecidas: “Bones” e “Bullets”. Mais à frente “Blood” e “Munich” levaram o público ao delírio após mais uma novidade “Eat Raw Meat = Blood Drool”, e quando tudo parecia bem encaminhado algo de anormal ocorreu durante o tema “Smokers Outside The Hospital Doors” com o vocalista, que estava ao piano, a subitamente abandonar o palco, durante cerca de quinze minutos, sem razão aparente. Após três tentativas falhadas da sua interpretação, Tom Smith chegou mesmo a atirar para o chão uma guitarra (!), sinal claro de que algo não estava a correr como planeado. Sem haver certezas absolutas, falou-se de um hipotético problema eléctrico com o equipamento em palco mas nada foi confirmado pela organização.
Facto indesmentível é que daí para a frente o concerto ficou manchado pelos problemas técnicos e razoavelmente encurtado (com “Smokers Outside The Hospital Doors”, “No Sound But The Wind” e “Fingers In The Factories” a serem excluídas do alinhamento previsto) e apesar do regresso dos Editors ao palco para um encore improvisado dos temas “Bricks And Mortar” e “Papillon”, no fim ficamos todos com um amargo de boca…
Alinhamento:
Ben Harper & Relentless7 (dia 17 de Julho à 1h15m):
O cabeça de cartaz deste dia era indubitavelmente Ben Harper e a sua nova banda, os Relentless7, e foi para assistirem ao seu concerto que a maioria das pessoas presentes no recinto se deslocou até ao Cabedelo no dia 17 de Julho. A poucos minutos do início do espectáculo era quase impossível percorrer a área em frente ao palco TMN, o principal do Festival Marés Vivas, e só a partir da zona de imprensa pude ver e escutar com mais atenção esta actuação que não terá desapontado nenhum dos seus fãs. Nesta nova etapa da sua carreira, Ben Harper optou por um registo mais rock – apesar da fusão deste género com o blues, o folk e a soul continuar a ser uma realidade – e os Relentless7 prestam-lhe o apoio necessário para dominar essa sonoridade ao vivo e em disco.
O início foi ao som do hit “Diamonds On The Inside” (da fase Innocent Criminals) mas o concerto girou em torno dos temas do novo trabalho de originais “White Lies For Dark Times”, gravado precisamente com os Relentless7, pelo que não se estranhou a interpretação de “Shimmer & Shine”, “Number With No Name” e “Feel Love”, por exemplo, numa actuação onde a duração dos temas se arrastou, por vezes desnecessariamente, entre solos de guitarra e jam sessions intermináveis que recuperavam, de forma pouco inspirada, super-clássicos de Jimi Hendrix ou de Led Zeppelin , ou ainda medleys de mau gosto onde o riff de “The National Anthem” (dos Radiohead) chegou mesmo a funcionar como introdução a uma medianacover de “Billie Jean”, de Michael Jackson.
Ben Harper elogia com frequência a localização do recinto do festival afirmando até que “I wish I could smell the ocean in every concert like I do here”, o país e o público português. E o maior elogio que lhe posso retorquir é quando se consegue cingir à interpretação de canções originais, pois é aí que consegue impressionar como músico, e foi isso que aconteceu até ao final do concerto e nos dois encores através dos quais agradeceu a devoção dos seus inúmeros fãs. No primeiro a toada foi acústica e mais intimista com Ben Harper sozinho em palco (”Burn One Down” foi um dos momentos altos da noite) e no segundo, e de novo, acompanhado pelos Relentless7 regressou à electricidade e ao rock, num concerto com duração superior a duas horas e vinte minutos e que encerrou com chave de ouro a edição 2010 do Festival Marés Vivas.
Alinhamento:
Aqui fica a playlist com os vídeos, como é hábito:
Com um percurso ascendente e a afirmar-se a cada nova edição como uma alternativa credível (em especial nestes dois últimos anos) no panorama dos festivais de Verão em Portugal, o Marés Vivas é um nome a ter em conta numa futura elaboração de um hipotético mapa dos mais importantes festivais de música que se realizam no nosso país. Não obstante a ocorrência de alguns incidentes, este festival tem para já como prémio, e também como responsabilidade, ser considerado o maior e mais importante festival a ter lugar na região do Grande Porto, o que já não é pouco. Há ainda muito para evoluir, é verdade, mas o que foi atingido até agora servirá como motivação extra para o futuro, com certeza. Em 2010 foi bom mas auguram-se vôos mais altos.
Até para o ano!
Well, I'm abbreviating this artist to P.F.A, as although this is the B side dub of an early work that came out on the Clinton owned Hump Records imprint in 1983, I would imagine some monster corp has long since bought up the rights somewhere down the line, and the major labels have sort of been riding BeatElectric's nuts in recent months. Hassling us, getting the man on our case and getting posts taken down etc for music we never knew they even owned, so I'm obfuscating the artist name in an attempt at playing it safe. The ID3 tags are still correct so its probably a lost cause anyway. Why won't they just let us give their weird funk music away for free, in high fidelity, with incorrect credits and poorly researched hearsay at best or made up at worst journalism, in peace? Greedy fat cats.
Hydraulic Pump Part III is a trippy electro disco dub version found on the flip of psych funk dancefloor winner Hydraulic Pump, popular with Ron Hardy and other midwestern selectors of the era. There is a part II on the A side too, but I can't remember what that sounds like, I think its a vocal reprise of some kind. When I hear it I feel it could be a modern trendy UK radio hit from a few years ago, something about that vocal line and the rolling synthy bass, reminds me of a popular current day act whose name escapes me, not because I'm too cool to know any current day pop acts or anything, but because I deteriorated that part of my brain, its gone forever and I'm too proud to use google.